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Investimentos no mercado imobiliário continuam sendo uma boa alternativa para quem quer lucrar com imóveis?

Essa é uma pergunta que povoa a mente de muitas pessoas que desejam fazer novas aplicações financeiras.

“Colocar” o dinheiro em novos apartamentos, casas, terrenos e construções já foi considerado um dos investimentos mais rentáveis.

Mas, após a pandemia e com as recentes mudanças no mundo das finanças como o advento das criptomoedas, por exemplo , o mercado imobiliário saiu um pouco de cena.

No Brasil, as negociações com imóveis seguem aquecidas. A cidade do Rio de Janeiro tem o preço por metro quadrado mais caro do país, figurando ainda entre um dos preços mais altos da América Latina.

A Cidade Maravilhosa possui um mercado imobiliário bastante movimentado, com vários lançamentos e negociações sendo realizadas. A seguir, trouxemos informações atualizadas sobre investimentos no setor e sobre como você pode investir em imóveis no Rio de Janeiro. Acompanhe!

O que é mercado imobiliário

O mercado imobiliário é formado por diferentes elementos e agentes do segmento de imóveis. Assim, fatores e profissionais que atuam e negociam em relação a terrenos, casas, apartamentos, prédios e outras construções fazem parte deste mercado.

É possível investir e obter retorno financeiro com a compra e venda de imóveis. Com a valorização do bem (isto é, o aumento do seu preço), o comprador consegue ter vantagens com a operação.

Assim, quem faz a aquisição de um apartamento, por exemplo, pode ter lucro com a venda deste mesmo imóvel no futuro, caso ele venha a se valorizar.

Por exemplo: uma pessoa compra uma cobertura por R$1 milhão. De acordo com as características locais, o bem em questão valoriza 20% em 2 anos.

Logo, a mesma unidade comprada estará valendo R$1,2 milhão. Então, se o comprador desejar, poderá vender a cobertura e obter R$200 mil em lucro bruto, de modo simplificado.

Evidentemente, todos os demais custos e despesas relacionados ao bem devem ser avaliados e contabilizados para se chegar à rentabilidade.

Outra maneira de se investir no mercado imobiliário é com a locação de imóveis. A regra aplicada para se chegar ao preço do aluguel, no geral, é de cobrar entre 0,5% e 1% do valor do bem.

Assim, usando o mesmo exemplo, o locador que tem uma cobertura que vale R$1 milhão pode cobrar R$10 mil pela locação do imóvel e, assim, obter renda com ele.

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Imóveis de luxo no Rio de Janeiro.

Influência da pandemia no mercado imobiliário

A pandemia do coronavírus, que começou em 2020, afetou diversos setores em todo o mundo. Com efeitos devastadores sobre questões sanitárias e econômicas ao redor do planeta, o mercado imobiliário também foi atingido.

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Mas, ao contrário do que ocorreu com outros segmentos, o setor de imóveis foi aquecido com as mudanças trazidas pela situação do Covid-19.

O ano de 2020 apresentou um aumento de 57,5% nos valores financiados em comparação com o ano anterior, de acordo com levantamento apresentado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Por que o mercado imobiliário cresce na pandemia

Alguns dos fatores que podem explicar este crescimento estão relacionados ao acesso facilitado ao crédito e os juros baixos praticados durante o período, no Brasil.

Ou seja, estava mais fácil obter os imóveis ao mesmo tempo em que o custo para a compra de novos bens estava mais baixo.

Além disso, a pandemia alterou alguns critérios estabelecidos pelos compradores. O isolamento domiciliar e a adoção do home office para o trabalho e os estudos alteraram a maneira de uso das casas.

Segundo Pesquisa da Influência do Coronavírus no Mercado Imobiliário Brasileiro, realizada pela DataZAP+:

  • 62% dos entrevistados apontaram como relevante um imóvel com ambientes bem divididos;
  • 45% disseram que era importante ou muito importante morar em uma casa.

Assim, mesmo com a pandemia, o mercado imobiliário voltado para as negociações de imóveis residenciais apresentou aquecimento e, além disso, o perfil de compra sofreu alterações.

Como está o mercado de imóveis hoje

Após o primeiro ano da crise sanitária, o mercado no geral foi se adaptando às novas demandas sociais e econômicas. Nesse sentido, o segmento de imóveis também precisou se adequar ao novo cenário que se formou.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizou estudos que apontam o aumento de 27% das negociações de imóveis somente no primeiro trimestre de 2021.

Ao mesmo tempo, o levantamento aponta que os estoques caíram 14,8%, o menor patamar registrado desde janeiro de 2016.

Dessa forma, existe uma grande procura por imóveis, mas o mercado ainda consegue atender a todos os compradores. Este fato pode colaborar para o aumento dos preços e, consequentemente, para a valorização imobiliária.

Em 2017, o déficit de imóveis era de 7,8 milhões de unidades, segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

Para Luiz Antonio França, presidente da Abrainc, o alto déficit habitacional no Brasil é um dos incentivadores do mercado. Além disso:

“Tem tanta gente que precisa comprar imóvel que mesmo com a crise o mercado segue. O financiamento está mais barato e mais longo no mercado brasileiro e as pessoas acabam comprando o imóvel que caiba no bolso delas e vai ter um ativo com tendência de valorização.”

A associação realizou estudos que apontam que, após um período de instabilidade no mercado de imóveis entre 2017 e 2019, o segmento tem boas perspectivas. Para França:

“No atual contexto de juros baixos, (…) o investimento em imóvel fica ainda mais atrativo e vantajoso, principalmente quando é comparado com a renda fixa e considerando que os ativos reais tendem a se valorizar com juros baixos.”

Além disso, existem boas projeções para o mercado imobiliário, no geral.

A pesquisa Raio-X do FipeZAP, realizada também no 1º trimestre de 2021, apontou que 46% dos respondentes têm a intenção de adquirir imóveis nos próximos três meses.

O número encontrado fica muito acima da média histórica (37%) e bem perto do valor mais alto já registrado até o momento (48%).

Mercado imobiliário no Rio de Janeiro

Agora que você já tem uma visão geral sobre o mercado imobiliário no Brasil, é hora de entender com mais detalhes o segmento de imóveis no Rio de Janeiro.

A capital do estado fluminense possui o 5º maior preço por metro quadrado de toda a América Latina ficando, inclusive, à frente da cidade de São Paulo.

O município possui áreas muito procuradas e, portanto, com imóveis bastante valorizados. Veja, logo abaixo, o preço por metro quadrado de alguns dos bairros mais caros do Rio de Janeiro:

A cidade é conhecida pelos seus diversos atrativos turísticos, oportunidades de negócios e qualidade de vida.

Suas belezas naturais diversificadas, os monumentos históricos e espaços culturais são um verdadeiro convite para milhões de pessoas que querem visitar e morar na Cidade Maravilhosa.

Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Lagoa Rodrigo de Freitas, Parque Lage, Jardim Botânico, Praia de Ipanema, Praia do Leblon, Praia de Copacabana, além de milhares de restaurantes, hotéis, bares, cafés e outros estabelecimentos são alguns dos locais que recebem multidões todos os dias.

O Rio é considerado por muitos o cartão-postal e a vitrine do Brasil para o mundo. Ele recebe, anualmente, milhões de turistas de todas as partes do planeta. Além disso, a capital do estado tem toda a infraestrutura para quem deseja morar na cidade.

Dessa forma, ela possui uma completa e extensa rede de instituições de ensino e de saúde, além de comércios e serviços diversificados para a rotina de moradores. Por tudo isso, o Rio de Janeiro tem um excelente mercado imobiliário para quem deseja fazer investimentos nesta área.

Seus valorizados imóveis, que atraem novos moradores e turistas, são uma verdadeira fonte de novos recursos financeiros seja pela compra e venda, seja pela locação dos bens.

Então, você precisa conhecer detalhes sobre este gigante e potencial mercado imobiliário. Para saber mais informações sobre os bairros e imóveis do Rio de Janeiro, continue com a sua leitura pela INVEXO.

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Perguntas Frequentes


Qual o conceito de mercado imobiliário?

Mercado imobiliário é o mercado de negociações e investimentos em imóveis.

Quais as tendências do mercado imobiliário para 2022?

Existem boas perspectivas para o mercado imobiliário em 2022, no geral. Dentre as tendências, estão aumento das negociações e digitalização do segmento.

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